Time is a time...
Não temos o controle do tempo. O tempo é algo que convivemos e que sim, ele passa. Podemos não ter o controle do tempo, mas temos o controle do que fazemos no tempo que temos. Se você mata o tempo, você joga fora parte de você, você mata parte de você. Quando você age como outra pessoa, você não está utilizando seu tempo, uma falsa parte de você é que está. Se você deixa o tempo passar e ainda não envolve apenas você, mas envolve mais alguém. Esse tempo perdido vai afetar algo além de você.
O que você faz com o seu tempo? Não fazer certas coisas pode deixar um vazio. Fazer algumas coisas pode abrir um caminho, ou mais de um. Ai vem o problema, devemos saber usar o tempo fazer o que deve ser feito. Mas quem já passou por algo, que já fez algo que abriu mais de um caminho, pode deixar outros espaços vazios, sem ser preenchidos. Vem mais um problema, que o problema é o QUANDO. O quando não deveria existir, pois estamos vivendo o tempo agora.
Einstein desenvolveu a teoria da relatividade, do espaço-tempo. O espaço-tempo para mim está sendo um problema. Não da relatividade é claro, mas sim o tempo que passa rápido demais e o espaço, a distância que existe. O tempo parece que me passa entre os dedos. E não consigo viver na distância. Eu tenho que saber usar o tempo para que o nosso espaço e o nosso tempo coexistam.
Anos
Meses
Semanas
Dias
Horas
Segundos
São todos parte do tempo, usai-os da melhor forma, pois os segundos se tornam horas, horas se tornam dias e assim por diante. O preocupante é quando passam dias e parecem que se passaram minutos, passam semanas e parecem que passaram horas. Alguma coisa está passando.
Tudo que é precioso pode estar em algum lugar neste tempo.
Liberta-me das correntes que me prendem num espaço sem tempo.
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Irene